1 - Procure um lugar onde você possa sentar ou recostar confortavelmente e concentre-se em respirações profundas (movendo o ar a partir do abdômen), lentas e pausadas para não aumentar o enjôo.
2 - Se estiver com uma pessoa da sua confiança, diga o que está acontecendo e peça que faça companhia, mantendo-se em silêncio, sem fazer perguntas nem tentando descobrir as causas do seu mal-estar.
3 - Repita para si mesmo que nada de mau ou irremediável vai acontecer. Aceite que o seu corpo precisa de alguns minutos para recuperar o equilíbrio interno, e assim superar a crise, voltando ao estado normal. Lembre-se de que geralmente uma crise com estas características dura entre dois e quatro minutos.
4 - Não tente negar o que está sentindo nem disfarçar. Aceite a crise como uma resposta integral, apesar de ineficaz, do seu organismo a uma suposta ameaça que só existe na sua realidade psíquica.
5 - Observe novamente o que está à sua volta para reforçar a noção de que não há ameaças reais. Enquanto isso, mantenha a respiração sob controle, realizando conscientemente inspirações profundas e expirando lenta e suavemente.
6 - Tente não deixar a sua fantasia criar imagens trágicas ou de sofrimento. Procure pensar em como o seu corpo está se esforçando para restabelecer a calma, o que com certeza acontecerá em poucos minutos.
7 - Quando sentir que a crise começou a ceder, permita-se alguns minutos mais de repouso e relaxamento. Não se exija retomar as suas atividades imediatamente, como se nada tivesse acontecido.
8 - Repasse mentalmente a crise sem tentar tirar conclusões apressadas, e confirme que ela já foi superada.
9 - Proponha-se a buscar ajuda profissional, sem esperar para saber se haverá uma nova crise no futuro.
Retirado de : http://comunidade.bemsimples.com/autoajuda/w/autoajuda/Como-agir-em-uma-crise-de-panico.aspx
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Como agir em uma crise de pânico
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Sintomas da Síndrome do Pânico
Sintomas mais comuns da Síndrome do Pânico ou Transtorno do Pânico (claro que a maioria das pessoas não tem todos eles, só alguns):
- Taquicardia
- Pressão na cabeça
- Sudorese
- Falta de ar
- Tremor
- Fraqueza nas pernas
- Ondas de frio ou de calor
- Tontura
- Sensação de que o ambiente está estranho, que a pessoa “não está lá” , que parece que está vivendo um filme, que parece que não sabe se está acordado ou sonhando (isso se chama desrealização e despersonalização e não tem nada a ver com loucura, não se preocupe)
- Medo de desmaiar
- Medo de ter um infarto
- Medo de "ficar louco"
- Medo de engasgar com alimentos
- Crises noturnas de acordar sobressaltado com o coração disparando e com sudorese intensa
- Pensamentos obsessivos de que poderiam ter doenças graves mesmo que todos os exames sejam normais
- Pensamentos obsessivos se atirar de uma janela, machucar alguém ou se machucar
- Esses pensamentos se chamam Pensamentos Obsessivos porque a pessoa sabe que não fazem sentido mas não consegue tirá-los da cabeça
- Intestino solto em determinadas situações
- Sintomas semelhantes à Labirintite
- Piora importante no dia seguinte a beber muito álcool
Lembrem-se : Síndrome do Pânico NÃO MATA!
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O que é Síndrome do Pânico
O Transtorno do Pânico é um distúrbio caracterizado pela ocorrência de freqüentes e inesperadas crises de pânico, que duram minutos e costumam ser inesperadas, podendo surpreender o paciente em ocasiões diversas.
O indivíduo se assusta muito com a primeira crise, em função das sensações físicas que esta provoca: alteração nos batimentos cardíacos, sensação de perda de equilíbrio, tontura, falta de ar, palpitações e tremores.
A partir deste susto inicial, tem início um processo de medo e ansiedade que aumenta com a ocorrência das crises seguintes, chegando a tal intensidade que a pessoa se sente em estado de pânico.
Alguns pacientes apresentam o Transtorno do Pânico acompanhado de Agorafobia (estado de ansiedade relacionado a estar em locais ou situações onde escapar ou obter ajuda pode ser difícil no caso de um ataque de pânico, como por exemplo: estar sozinho em casa, andar no meio de uma multidão, dirigir ou andar de carro, andar de metrô ou ônibus, usar elevador, etc.).
O desenvolvimento do transtorno do pânico com agorafobia está relacionado com a ocorrência da crise de pânico após uma situação específica.
http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos_Psicologia/Sindrome_do_Panico.htm
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